- Uma hora você cansa de dar valor para pessoas que não merecem, talvez por orgulho que alguns chamam de amor próprio, para mim é apenas orgulho. Para mim é só uma maneira que a pessoa tem de não enxergar o mundo a sua volta, de ver como existe milhões de pessoas te esperando para lhe proporcionar felicidade pela qual você está procurando.
By: G.S.
(Source: the-anbu)
(Source: zomomnia)
(Source: boootti-sama)
Não se preocupe, quando estiver mal os verdadeiros irão te ajudar. Papel de amigo na vida é sempre colocar o outro para cima, espantar a tristeza.
Só sinta saudade de quem é importante para você, ou quem te deu o valor merecido.
Já sentiu desprezo das pessoas? Principalmente daquelas que você tanto amou e logo eles pisaram em você, ou melhor, acharam. Você pode ver tudo que você quiser de outra forma, você pode ver até alguém que você disse eu te amo estar com outra pessoa e não sofrer, basta querer. Não falo para sentir o ódio, porém é esse meu caminho, eu sinto desprezo de quem acha que está por cima, pior defeito das pessoas é acharem que sabem o que o outro pensa. Ao ver uma pessoa chorar acham que estão ganhando a luta, só lembre-se que o choro de alguém é a liberdade de um sofrimento que está guardado. Estou livre.
(Source: e-darkangel)
É fácil, basta colocar seus pensamentos em lugar, dá valor a quem te merece. Faça que nem eu, veja quem é a pessoa real nisso tudo. Seja maduro, aprenda a perdoar, aprenda a aceitar o que os outros dizem. O que importa na sua vida é seus amigos e sua família, se por acaso um desses dois itens entrar em conflito aí sim chore, perdoe, ame-os. Caso não, continue sua vida.
Há horas em nossa vida que somos tomados por uma enorme sensação de inutilidade, de vazio. Questionamos o porque de nossa existência e nada parece fazer sentido. Concentramos nossa atenção no lado mais cruel da vida, aquele que é implacável e a todos afeta indistintamente: as perdas do ser humano. Ao nascer, perdemos o aconchego, a segurança e a proteção do útero. Estamos, a partir de então, por nossa conta. Sozinhos. Começamos a vida em perda e nela continuamos. Paradoxalmente, no momento em que perdemos algo, outras possibilidades nos surgem. Ao perdermos o aconchego do útero, ganhamos os braços do mundo. Ele nos acolhe: nos encanta e nos assusta, nos eleva e nos destrói. E continuamos a perder e seguimos a ganhar. Perdemos primeiro a inocência da infância. A confiança absoluta na mão que segura nossa mão, a coragem de andar na bicicleta sem rodinhas porque alguém ao nosso lado nos assegura que não nos deixará cair… E ao perdê-la, adquirimos a capacidade de questionar. Por quê? Perguntamos a todos e de tudo. Abrimos portas para um novo mundo e fechamos janelas, irremediavelmente deixadas para trás. Estamos crescendo. Nascer, crescer, adolescer, amadurecer, envelhecer, morrer. Vamos perdendo aos poucos alguns direitos e conquistando outros. Perdemos o direito de poder chorar bem alto, aos gritos mesmo, quando algo nos é tomado contra a vontade. Perdemos o direito de dizer absolutamente tudo que nos passa pela cabeça sem medo de causar melindres. Assim, se nossa tia às vezes nos parece gorda tememos dizer-lhe isso. Receamos dar risadas escandalosamente da bermuda ridícula do vizinho ou puxar as pelanquinhas do braço da vó com a maior naturalidade do mundo e ainda falar bem alto sobre o assunto. Estamos crescidos e nos ensinam que não devemos ser tão sinceros. E aprendemos. E vamos adolescendo, ganhamos peso, ganhamos seios, ganhamos pelos, ganhamos altura, ganhamos o mundo. Neste ponto, vivemos em grande conflito. O mundo todo nos parece inadequado aos nossos sonhos. Ah! Os sonhos! Ganhamos muitos sonhos. Sonhamos dormindo, sonhamos acordados, sonhamos o tempo todo. Aí, de repente, caímos na real! Estamos amadurecendo, todos nos admiram. Tornamo-nos equilibrados, contidos, ponderados. Perdemos a espontaneidade. Passamos a utilizar o raciocínio, a razão acima de tudo. Mas não é justamente essa a condição que nos coloca acima (?) dos outros animais? A racionalidade, a capacidade de organizar nossas ações de modo lógico e racionalmente planejado?